Artista teria utilizado empresas ligadas à produção musical e ao entretenimento para misturar receitas legítimas com recursos vindos de apostas ilegais e rifas digitais; dono da Choquei é apontado como operador de mídia do esquema
Dados extraídos da nuvem do contador Rodrigo de Paula Morgado, obtidos em uma investigação anterior, de 2025, ajudaram a Polícia Federal a mapear uma organização suspeita de lavar mais de R$ 1,6 bilhão com bets ilegais, rifas digitais, tráfico e influenciadores.