PMA

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Brasil chega a 275,71 milhões de linhas de celular, aponta Anatel

O número de linhas de celulares ativas no Brasil chegou a 275,71 milhões em junho, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (24) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). No mês passado, foram ativadas 255,08 mil novas linhas de celular, e a teledensidade ficou em 136,06 acessos para cada grupo de 100 habitantes.

As linhas pré-pagas continuam sendo maioria, com 212,27 milhões de acessos (76,99% do total). Os pós-pagos somaram 63,44 milhões (23,01%). A banda larga móvel totalizou 128,49 milhões de acessos, dos quais 3,27 milhões eram terminais 4G (quarta geração) .

Em junho, a operadora Vivo liderava o mercado, com 28,78% de participação, seguida da TIM, com 26,91%; da Claro, com 24,95%; da Oi, com 18,53%; da CTBC, com 0,40%; da Nextel, com 0,37%, da Portoseguro (autorizada de rede virtual), com 0,04% e da Sercomtel, com 0,02%.

*Fonte: Agência Brasil

ONU diverge sobre sucesso do Bolsa Família no longo prazo

O Relatório de Desenvolvimento Humano é o documento anual que faz uma série de análises quantitativas de qualitativas e mensura o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A versão final do documento elogia o programa de transferência de renda brasileiro, mas enxerga no programa uma boa solução de curto prazo.

“Além disso (resultados de curto prazo), não muito pode ser feito além de alívio emergencial e apesar de ser bem desenhado, não é o melhor (programa) no longo prazo”, afirma um trecho do relatório. “Tais programas precisam ser desenhados de modo a assegurar que essas capacidades – especialmente aquelas da próxima geração – sejam protegidas.”

“Da nossa perspectiva, do escritório brasileiro, o programa Bolsa Família está muito bem desenhado e precisa e está sendo complementado por outras iniciativas, por exemplo, as de formação profissional do Pronatec, o programa de moradia Minha Casa, Minha Vida, o programa de produção agroecológica, como o bolsa verde… Então, nós temos uma discrepância com os nossos colegas do Relatório de Desenvolvimento Humano”, afirmou o coordenador do Sistema ONU no Brasil, Jorge Chediek.

Para o representante das Nações Unidas no País, o fim da dependência do programa por uma família pode durar um ciclo de gerações. Ele alega que, em muitos casos, o capital social ainda é muito baixo, como, por exemplo, o nível de educação.

Apesar do tom mais crítico do relatório, a ONU reconhece que ações como o Bolsa Família têm um custo orçamentário relativamente baixo para a dimensão do impacto social. O programa, um dos carros-chefe dos governos do PT no Brasil, é citado como aquele “que custa 0,3% do PIB (Produto Interno Bruto – soma de todas as riquezas produzidas no País) em 2008-2009 e atingiu de 20% a 25% da redução da desigualdade”.

*Fonte: Terra

Brasil sobe uma posição em ranking do IDH

O Brasil subiu uma colocação no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) 2013. O relatório, divulgado nesta quinta-feira, 24, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), mostra o País em 79º lugar entre 187 nações. Com essa classificação, o Brasil continua sendo considerado como país de alto desenvolvimento humano.
Especialistas da ONU dizem que o avanço discreto do Brasil no ranking se deve à crise financeira internacional que começou em 2008, à desigualdade de renda e ao crescimento acelerado de países que só agora começaram a criar políticas de combate à extrema pobreza, como Ruanda. Além do Brasil, apenas 37 países alcançaram uma colocação melhor que no ano passado. No geral, o ranking do PNUD retrata um período de pouca mudança: 114 nações mantiveram posições conquistadas em 2012 e outras 35 tiveram desempenho pior.
O pequeno crescimento obtido pelo País, no entanto, se perde quando se faz uma análise de um período maior. O relatório mostra que no período entre 2008 e 2013 - período da crise financeira internacional -, o País caiu quatro posições. Dentre os países do BRICS, Brasil é o único que apresenta a queda. No mesmo período, a África do Sul subiu duas posições; Índia avançou uma, a Rússia manteve a colocação. Do grupo, a China foi a que mais cresceu, de acordo com o relatório: 10 posições.
"Não mergulhamos para saber o que fez o Brasil ter um desempenho pior dentro dos países do BRICs", reconheceu a coordenadora do Atlas do Desenvolvimento Humano Brasileiro, Andrea Bolzon. Coincidência ou não, a partir de 2008 o Brasil só teve um crescimento melhor do que o apresentado pela Rússia no grupo dos BRICs. O relatório destaca apenas que a Rússia apresenta uma educação menos desigual. Para Andrea, o que mais torna mais lento o avanço do Brasil no índice é a desigualdade na renda.
Três quesitos. Desenvolvido há 24 anos pelo PNUD, o índice tem uma escala de 0 a 1. Quanto mais próxima de um, melhor a situação do país. O Brasil alcançou índice 0,744. Noruega, a primeira colocada, 0,944. O pior indicador foi do Níger: 0,337. As notas são dadas a partir da avaliação de três quesitos: saúde, educação e rendimento.
Para o coordenador do sistema das Nações Unidas no Brasil, Jorge Chediek, o fato de o Brasil ocupar apenas a 79° posição no ranking, atrás dos vizinhos Chile (41°), Argentina (49°), Uruguai (50°) e Venezuela (67°) é resultado de problemas históricos. "O passivo é enorme. Não podemos esquecer que o Brasil apresentou melhoras consistentes nos últimos 30 anos", justificou. "Em 1980, a média de tempo de escola do brasileiro era a de 2,6 anos e a expectativa de vida, de 62,7 anos", completou.
Educação
O que garantiu ao Brasil avançar um pouco a colocação no ranking , avaliou Chediek, foi a educação e, sobretudo, a mudança na metodologia usada para fazer o cálculo dos indicadores. A partir de agora, a expectativa de anos estudados - uma espécie de expectativa de vida escolar - tem peso semelhante a outro indicador, a de anos estudados. A alteração é uma antiga reivindicação de países, sobretudo o Brasil, que reclamavam que o indicador estampava condições ofertadas para alunos no passado e não condições atuais.
O relatório deste ano mostra que uma criança no Brasil tem expectativa de estudar 15,2 anos, a melhor entre os países do BRICs. Rússia, a segunda colocada nesse quesito entre o grupo, traz uma expectativa de anos escolar de 14 anos. O Brasil perde, no entanto, na comparação com vizinhos Argentina e Uruguai. A esperança é a de que as crianças argentinas que iniciam agora os estudos terminem o ciclo dentro de 16,4 anos e as uruguaias, 15,5 anos. O melhor desempenho entre os países analisados é o da Austrália. Crianças australianas têm expectativa de estudar 19,9 anos.
Expectativa de vida
O Brasil se destaca entre países do BRICs, também, na expectativa de vida ao nascer: 73,9 anos. A segunda maior do grupo. Em primeiro lugar vem a China, com 75,3. No entanto, a marca é inferior à apresentada pela Bósnia (76,4 anos), Argentina (76,3 anos) e Uruguai (77,2 anos) "Os números brasileiros não são melhores por causa dos altos índices de homicídios e acidentes de trânsito", disse Chediek.
Quando se analisa os números totais, Brasil é o segundo colocado entre os BRICs. Em primeiro lugar vem a Rússia, que ocupa o 57º. Depois do Brasil no ranking geral vem a China, na 91º colocação. África do Sul ocupa o 118º lugar e a Índia, o 135°.
*Fonte: Uol Notícias

Governo deixa de arrecadar R$ 50,705 bi no semestre com desonerações

O governo deixou de arrecadar R$ 50,705 bilhões no primeiro semestre devido às desonerações promovidas para estimular o crescimento econômico. Nos seis primeiros meses de 2013, essa queda nas receitas tinha sido menor, de R$ 35,488 bilhões. Apenas em junho, o impacto das desonerações na arrecadação foi de R$ 8,545 bilhões, ante R$ 6,688 bilhões do mesmo período do ano passado.

Dos R$ 50,705 bilhões que o governo abriu mão no semestre, R$ 9,318 bilhões se referem à redução de arrecadação devido à desoneração da folha de pagamento para vários setores da economia. No caso da cesta básica, a desoneração causou impacto negativo de R$ 4,665 bilhões na arrecadação.

Também influenciram na diminuição da coleta de tributos a Cide-Combustível (R$ 6,359 bilhões); o IPI-Total (R$ 5,641) e a redução na tributação de Participação no Lucro e Resultado (R$ 944 milhões).

*Fonte: Valor Econômico

Índice de infestação de Dengue cai 38,2% em Aracaju, revela o quarto LIRAa de 2014

Apesar do período chuvoso ser mais propício à infestação do mosquito transmissor da Dengue, o resultado do quarto Levantamento de Índice Rápido do Aedes (LIRAa) - o mais esperado do ano - foi o mais baixo de 2014. A Saúde de Aracaju, através da Diretoria de Vigilância em Saúde, divulga que o resultado da pesquisa, realizada entre os dias 1° e 11 de julho, foi de 2,1. Comparado ao mês de maio, que teve o valor de 3,4, houve uma diminuição de 38,2% no índice de infestação geral do Aedes aegypti.

O LIRAa é realizado a cada dois meses pelo Programa de Controle e Combate à Dengue, com o objetivo de diagnosticar a infestação do mosquito em cada bairro de Aracaju, para planejar as ações de campo, de acordo com o mapeamento feito. O primeiro levantamento deste ano foi realizado em janeiro e os dados apresentados foram de 2,4. Já em março, este número aumentou para 2,9. O terceiro levantamento foi no mês de maio, com 3,4 e neste mês de julho o índice caiu para 2,1.

De acordo com a coordenadora do Programa de Controle da Dengue da Saúde de Aracaju, Taíse Cavalcante, mesmo com a diminuição do índice de infestação do mosquito, o valor ainda é considerado como médio risco ou alerta para o aparecimento de surtos ou epidemias. "Precisamos sempre do apoio da população para que este índice não aumente. Um ponto importante neste Liraa foi a queda em 39,8% de focos em entulhos e resíduos sólidos dentro das casas e nos quintais. Esta queda mostra que mesmo com a chuva, a população colaborou com a eliminação de depósitos que poderiam servir de criadouro do Aedes aegypti", explica.

Infestação nos bairros

As ações estão sendo intensificadas pela Saúde de Aracaju nas áreas onde foram registrados os maiores índices de infestação. Dos 42 bairros de Aracaju, quatro foram classificados como baixo risco, considerado satisfatório, 35 bairros em médio risco, classificado como alerta, e três bairros com a classificação de risco de epidemias, que são os bairros São José, Pereira Lobo e Suíssa.

Outro aspecto importante é que comparado ao resultado do Liraa de maio, 31 bairros diminuíram o índice de infestação, o que corresponde a 73,80%. "O trabalho intensificado e específico da Prefeitura de Aracaju é visto através do resultado da queda no índice de infestação nos bairros. No bairro Cidade Nova, que em maio estava com 6,1, o que é considerado risco de epidemia, este mês de julho apresentou uma queda de 77%, chegando a 1,4, que é médio risco ou alerta", afirma a Taíse Cavalcante.

Ações de combate à dengue

Uma das ações da Saúde de Aracaju é a realização da "Força Tarefa" aos sábado, quando os agentes de endemias se concentram em um bairro da Capital. No último sábado, 19, essa atividade de combate à proliferação do mosquito, foi realizada no bairro Santa Maria, que no 3º Liraa foi classificado como uma área de risco moderado de dengue, com índice de 3,4. O mutirão contou com 19 agentes de endemias que percorreram ruas e residências do bairro. Segundo o supervisor geral do Programa Municipal de Controle da Dengue de Aracaju, Elielson Rodrigues, foram visitados 715 imóveis. "Destes imóveis, encontramos focos de dengue em 19 casas e em todas elas os focos foram eliminados", diz. Esta semana até o dia 29 deste mês, a Força Tarefa será realizada na Zona de Expansão, nos povoados Aruanda e Robalo.

Suspeita de dengue

A Saúde de Aracaju informa que em casos de suspeita de dengue o cidadão deve se dirigir as Unidades de Saúde da Família ou as UPAs. O município mantém todos os cuidados necessários para atender de forma ágil todos os pacientes com suspeita de dengue. Nesses locais são disponibilizados atendimento com equipes de profissionais capacitados para diagnóstico da doença. Se qualquer pessoa suspeitar de foco de Dengue próximo ao local de trabalho e/ou residência, pode ligar para 3179-1000 para que seja agendada uma visita de agentes de endemias.

*Fonte: PMA

Paracetamol não é eficiente contra dores lombares, diz estudo

O paracetamol não é eficaz contra dores lombares, afirma um estudo que envolveu mais de 1.600 pacientes afetados por lombalgias agudas realizado na Austrália.
Os pacientes "tratados" com placebo apresentaram recuperação mais rápida - um dia em média - em comparação aos que tomaram paracetamol, um tratamento corrente contra esta "dor na parte inferior das costas", afirmam os autores do estudo, publicado nesta quinta-feira na revista médica The Lancet.
Estes "resultados sugerem que o paracetamol não influi em nada no tempo de restabelecimento de uma lombalgia comum aguda" e "a prescrição universal do paracetamol para este grupo de pacientes levanta uma questão", destaca a equipe australiana que realizou o estudo.
O paracetamol também não tem qualquer efeito sobre a dor, função, mudança geral dos sintomas, sono ou qualidade de vida do paciente com lombalgia. As dores lombares são a principal causa de invalidez no mundo, e o paracetamol é prescrito "universalmente" como tratamento de primeira linha, segundo The Lancet.
O estudo, batizado de "PACE", avaliou 1.652 indivíduos de 235 centros de cuidados primários de Sydney (Austrália), durante três meses. Um primeiro grupo recebeu doses regulares de paracetamol (3 vezes ao dia por até 4 semanas), um segundo, doses em caso de necessidade (até 4g/dia), e um terceiro foi submetido a placebo.
Ao final de sete dias seguidos sem dores ou quase sem dor, o paciente era considerado restabelecido. O prazo médio de recuperação foi de 17 dias para os dois primeiros grupos e de 16 dias para o grupo placebo.
*Fonte: Uol Notícias

FGV: Alimento mais barato reduz expectativa de inflação do consumidor

A queda dos preços dos alimentos mostrada pelos mais recentes indicadores diminuiu o desconforto do consumidor com relação à inflação, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Mas o brasileiro ainda crê que os preços em geral continuarão altos nos próximos meses.
De acordo com o Indicador de Expectativas de Inflação da FGV, o consumidor brasileiro acredita que a inflação ficará em 7,2% nos próximos 12 meses. Em junho, eles esperavam alta de 7,4%. Observado em médias móveis trimestrais o indicador recuou de 7,4% para 7,3% entre junho e julho, primeira queda desde agosto de 2013.
Apesar do recuo, a inflação esperada pelo brasileiro ainda é maior do que a taxa registrada atualmente e também daquela prevista por analistas de mercado em 12 meses. O indicador oficial de inflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulou alta de 6,52% nos 12 meses encerrados em junho. A prévia de julho, o IPCA-15, subiu 6,51%. Enquanto isso, analistas de mercado esperam que nos 12 meses seguintes o IPCA suba 5,95%, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central.
“A queda do indicador reflete a redução observada nos itens da alimentação. Contudo, espera-se uma continuidade da expectativa de inflação em patamares elevados no curto prazo”, afirmou, em nota, o economista do Ibre/FGV Angelo Polydoro.
Renda
Em um corte por faixa de renda, os consumidores que ganham acima de R$ 4.800 mensais são os que esperam uma inflação mais baixa, entre 7% e 7,1% nos próximos 12 meses, mesmos patamares estimados em maio e junho.
Entre os consumidores que ganham até R$ 2.100, e de R$ 2.100 a R$ 4.800, as taxas esperadas são maiores, mas elas diminuíram entre junho e julho. Na primeira faixa, a expectativa caiu de 7,9% para 7,6% e, na segunda, de 7,7% para 7,3%. Foram essas faixas, portanto, que puxaram o indicador de expectativa de inflação para baixo. E é para elas que a alta dos preços dos alimentos mais pesa. 
*Fonte: Valor Econômico

Brasil sobe uma posição em ranking de desenvolvimento humano e ocupa 79º lugar

O Brasil subiu no ranking mundial de desenvolvimento humano em 2013. Segundo dados divulgados ontem (24) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o país ficou em 79º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) no ano passado, uma posição acima da registrada em 2012. Apesar da melhora, o Brasil continua abaixo de outros países latino-americanos como Chile, Argentina, Cuba e Uruguai.

Com IDH 0,744, o país registrou a mesma nota da Geórgia (república da região do Cáucaso) e de Granada (país do Caribe). Pela metodologia das Nações Unidas, o Brasil é considerado um país de alto desenvolvimento humano por ter registrado nota acima de 0,7. O IDH varia de 0 a 1, grau máximo de desenvolvimento. Em 2013, o indicador abrangeu 187 países. A Noruega foi o país com maior IDH no ano passado, com índice de 0,944, seguida de Austrália (0,933), Suíça (0,917) e Holanda (0,915). Em relação aos países latino-americanos, os mais bem classificados foram Chile (41º lugar, com nota 0,822), Cuba (44º, com nota 0,815) e Argentina (49º, com nota 0,808), considerados com grau muito alto de desenvolvimento humano por terem obtido nota acima de 0,8.

Na América Latina e Caribe, Uruguai (50º no ranking, com nota 0,790), Barbados (59º, nota 0,776), Antígua e Barbuda (61º, nota 0,774), Trinidad e Tobago (64º, nota 0,766), Panamá (65º, nota 0,765), Venezuela (67º, nota 0,764), Costa Rica (68º, nota 0,763), México (71º, nota 0,756) e São Cristóvão e Nevis (73º, nota 0,750) também registraram IDH mais alto que o Brasil. Entre o Brics, grupo que reúne as cinco principais economias emergentes do mundo, o Brasil registrou o segundo melhor IDH, atrás da Rússia (57º lugar, nota 0,778). Com nota 0,719, a China ficou na 91ª posição. A África do Sul ficou em 118º no ranking (nota 0,658); e a Índia, em 135º (nota 0,586).

Apesar da melhoria de 2012 para 2013, o Brasil acumula queda de quatro posições em relação a 2008, quando estava em 75º na lista geral. De acordo com o Pnud, o IDH brasileiro melhorou em todos esses anos. No entanto, quatro países – Irã, Azerbaijão, Sri Lanka e Turquia – tiveram crescimento maior que o Brasil no período, resultando na perda de posições. Criado em 1980, o IDH mede o desenvolvimento humano por meio de três componentes: expectativa de vida, educação e renda. Em 2013, o Brasil registrou 73,9 anos de expectativa de vida, 7,2 anos de média de estudo, 15,2 anos de expectativa de estudo para as crianças que atualmente entram na escola e renda nacional bruta per capita de US$ 14.275 ajustada pelo poder de compra.

O IDH do Brasil em 2013 subiu 36,4% em relação a 1980. Naquele ano, a expectativa de vida correspondia a 62,7 anos, a média de estudo era de 2,6 anos, a expectativa de estudo somava 9,9 anos, e a renda per capita totalizava US$ 9.154. “O Brasil é um dos países que mais evoluíram no desenvolvimento humano nos últimos 30 anos”, disse o representante residente do Pnud no Brasil, Jorge Chediek. Ele destacou que as mudanças são estruturais e têm ocorrido em todos os governos. Por causa de mudanças na metodologia, a série histórica do IDH foi revista. Pelo critério anterior, o Brasil tinha ficado em 85º em 2012. Com a mudança de cálculo, o país subiu para a 80ª colocação no ano retrasado.

*Fonte: Agência Brasil

IBGE divulga dados incompletos de desemprego pelo segundo mês

Pelo segundo mês seguido, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga os dados sobre o desemprego no país de forma incompleta - consequência da greve de seus servidores, que já dura dois meses.
Estão disponibilizados apenas os dados completos das regiões metropolitanas de Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo em junho. Ficaram de fora as regiões metropolitanas de Salvador e Porto Alegre.
"O atraso nas etapas de coleta, apuração, crítica, análise e avaliação da qualidade do dado coletado foi devido à paralisação dos servidores do IBGE, impossibilitando a divulgação completa na data prevista no calendário de divulgação. Posteriormente, em data ainda não definida, está prevista a divulgação dos dados completos do mês de junho incluindo as regiões metropolitanas de Salvador e Porto Alegre", justificou o IBGE, em nota.
A taxa de desemprego teve o maior recuo no Recife, passando de 7,2% em maio para 6,2% no mês seguinte. No Rio de Janeiro, o índice foi de 3,4% a 3,2%. Já em Belo Horizonte, o desemprego teve leve aumento, de 3,8% para 3,9%. Em São Paulo, a taxa foi mantida em 5,1%.
Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo registram a menor taxa da sua série para o mês de junho, informou a técnica da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE (COREN), Adriana Araújo Beringuy.
"A tendência de redução de desocupação pesou mais do que a própria evolução da mão de obra. Por isso essa taxa para comparação mensal em Recife”, explicou Adriana.
De acordo com o IBGE, o número de pessoas sem trabalho, mas que estão procurando emprego, ficou estável de maio para junho. No entanto, na comparação com o sexto mês do ano anterior, foi registrada queda de 24,3% em São Paulo e de 40,3% no Rio de Janeiro. O contingente de desocupados não aumentou nem caiu no Recife e em Belo Horizonte.
Também mostrou estabilidade o número de pessoas ocupadas com carteira assinada na comparação com maio e com junho do ano passado. Já os empregados sem carteira assinada não registrou variação de um mês para o outro. Porém, frente a junho de 2013, os dados mostram que São Paulo registrou queda de 17,7%. Nas outras regiões, houve estabilidade.
Salário
O salário dos trabalhadores diminuiu 1% no Recife, 2,2% em Belo Horizonte, 0,5% no Rio de Janeiro e 1,6% em São Paulo. Na comparação com um ano atrás, o rendimento subiu no Recife (3,9%), no Rio de Janeiro (6,5%) e em São Paulo (0,6%).
Greve
Os servidores do IBGE estão em greve desde 26 de maio. O sindicato dos servidores, Assibge, reivindica que o instituto seja tratado como órgão de Estado e não de governo. Os servidores pedem ainda autonomia técnica, reforço no orçamento condizente com plano de trabalho, valorização salarial e patamar do ciclo de gestão.
“O principal impedimento que temos de construir uma saída da greve é que nós temos quase 200 demitidos”, declarou Ana Magni, diretora do ASSIBGE, sobre os contratos temporários que foram encerrados durante a greve. “Os temporários são quase a metade do quadro técnico”, completou.
Segundo Magni, até março eram 5.760 efetivos e 4.800 temporarios. Já de acordo com o IBGE, são 4339 temporários e cerca de 5.900, efetivos.
*Fonte: G1

BC prevê 14% de alta nos preços da energia elétrica este ano

O Banco Central subiu de 11,5% para 14% sua estimativa de reajuste dos preços da energia elétrica neste ano. A informação está na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) – que manteve os juros estáveis em 11% ao ano na semana passada –, divulgada nesta quinta-feira (24).
O reajuste da energia elétrica previsto pelo BC já é quase o dobro do estimado pela própria autoridade monetária no início deste ano. Em janeiro de 2014, o Banco Central estimativa que o aumento da eletricidade seria de 7,5%, valor que foi mantido em fevereiro. Em abril, já estimava uma alta de 9,5% e, em maio, passou para 11,5% sua estimativa de alta.
Falta de chuvas
O setor energético passa por uma situação mais complicada neste ano por conta da falta de chuvas. Em situações normais, quase toda a energia consumida no Brasil vem de hidrelétricas. No início desde ano, porém, os reservatórios das principais usinas do país baixaram muito devido à falta de chuvas e, para poupar água, todas as termelétricas disponíveis estão sendo usadas.
Na ata do Copom divulgada nesta quinta-feira, o Banco Central também subiu de 5% para 6% sua previsão para os chamados "preços administrados" em 2015 e também passou a projetar uma variação de 4,8%  para 2016.
A autoridade monetária também informou na ata do Copom que suas estimativas contemplam redução de 3,8% nas tarifas de telefonia neste ano. Em maio, o Banco Central previa que a telefonia teria uma queda maior em 2014: 4,2%.


Porém, como as térmicas funcionam por meio da queima de combustíveis (óleo, gás, biomassa), a energia gerada por elas costuma ser mais cara e isso impacta a conta de luz. A queda no nível dos reservatórios também levou a patamar recorde o preço da energia no mercado à vista, para onde recorrem as distribuidoras que não têm sob contrato, a preços fixos, toda a energia que precisam para atender aos seus consumidores.
Pela regra, tanto o custo extra com as térmicas quanto com a compra de energia no mercado à vista deveriam ser pagos pelas distribuidoras nesse primeiro momento. Depois, elas seriam compensadas nos reajustes que acontecem todos os anos.
O governo já se comprometeu em colocar R$ 13 bilhões no setor elétrico neste ano com recursos orçamentários, e já admite empréstimos bancários de até R$ 17,7 bilhões o valor do empréstimo bancário para socorrer as distribuidoras – valor que será repassado às contas de luz de todos os brasileiros a partir de 2015.
Preços administrados
Os preços administrados que geralmente sobem todos os anos, são: ônibus interestaduais, energia elétrica residencial, água, planos de saúde, serviços farmacêuticos, telefone fixo, telefone celular, telefone público e pedágio. Aqueles que não têm reajuste pré-determinado anualmente, mas que sobem de vez em quando: gasolina, álcool combustível, gas de bujão, óleo diesel, ônibus urbano, metrô, trem e correios.
Telefonia neste ano
A autoridade monetária também informou na ata do Copom que suas estimativas contemplam redução de 3,8% nas tarifas de telefonia neste ano. Em maio, o Banco Central previa que a telefonia teria uma queda maior em 2014: 4,2%.
*Fonte: G1

100 mil aposentadorias do INSS terão valor reduzido

Mais de 100 mil aposentados por tempo de contribuição e também por idade vão ter os valores de seus benefícios do INSS revisados em todo o país. A determinação é do Tribunal de Contas da União (TCU), após ter feito auditoria nos bancos de dados do instituto e constatado irregularidades. Segundo relatório do tribunal, outros mais de 415 mil benefícios apresentaram falta de cadastros, como campos para preenchimento de nome em branco, data de nascimento, nomes de titulares e das mães sem sobrenomes ou abreviados. O INSS tem 180 dias para fazer os acertos. 

Os técnicos do TCU se debruçaram sobre um total de 12.532.960 de benefícios. Sendo 8.286.009 aposentadorias por idade e 4.246.951 por tempo de contribuição . O montante representa R$11,9 bilhões na folha do INSS. De acordo com o relatório do TCU, foram encontrados 2.305 benefícios com suspeitas de acumulação indevida. Para a equipe da auditoria, as principais causas para a concessão irregular são: falha no sistema, erro do servidor que liberou o benefício, concessão por recurso, divergências de dados cadastrais do segurado e fraude. Mas a concessão ou revisão por meio de decisão judicial é considerada a que mais propicia erros, tendo em vista a baixa segurança do sistema quando benefícios são deferidos ou reativados a pedido Justiça. 

Conforme o relatório, boa parte das ocorrências foi provocada por “erro do servidor durante o cadastro para a concessão do benefício, a apresentação de documentação inidônea e a falta de condição dos servidores de atestar a veracidade da documentação”. No texto, no entanto, o tribunal ressalta que as falhas cadastrais não constituem, de imediato, “danos aos cofres previdenciários, mas que elas podem, no futuro, provocar o pagamento de benefícios indevidos, além de dificultar as ações de controle”. 

A recomendação do ministro-relator da auditoria, Benjamim Zymler, é para que o INSS adote as devidas medidas corretivas e preventivas. Já para os casos em que houve ocorrências com o mesmo Número de Inscrição do Trabalhador (NIT) ou CPF por pessoas diferentes, o ministro considerou que “podem gerar prejuízos decorrentes de pagamentos indevidos”. Pelo levantamento, foram encontradas 732 aposentadorias com possível acumulação de mesmo NIT e 11.600 com mesmo CPF do titular. O TCU encontrou também 45.923 aposentadorias que não têm relação com o banco de dados do CPF. O tribunal verificou ainda existência de 11.628 benefícios de aposentadoria por idade em que os segurados, na data de concessão, não observavam os critérios para recebimento dos benefícios: 60 anos de idade para mulheres e 65 anos para homens.

Instituto alega que trabalha para melhorar cadastro

Questionado pelo DIA, o INSS alegou que tem “mantido ações constantes de qualificação da base cadastral, tais como ocorrido no Censo Previdenciário de 2005, além da evolução de seus sistemas, de forma a minimizar a entrada de dados inconsistentes ou ausentes na concessão, revisão ou atualização de benefícios”. Em nota, o instituto salientou que promove, por meio dos bancos, a comprovação de vida dos beneficiários para evitar pagamentos indevidos.

Para o INSS, “nem todo indício de irregularidade acarreta na suspensão ou cessação do benefício, mas sendo comprovada a irregularidade adotam-se as providencias necessárias para a cobrança de valores recebidos indevidamente, após devido processo legal”. O órgão informou que trabalha para o aprimoramento do cadastro dos segurados. “O próprio Tribunal de Contas da União relata que a integridade e confiabilidade das informações no banco de dados de benefícios deste Instituto melhoraram significativamente nos últimos dez anos”, diz um trecho da nota. O instituto afirma que a evolução na qualidade da informações pode ser atribuída, entre outros pontos, à modernização da fiscalização da Auditoria-Geral do INSS, e de controle do TCU e CGU.

*Fonte: O Dia

TCU condena diretores da Petrobras por perdas por Pasadena

Após um pedido de vista seguido de um recuo por parte do ministro Benjamin Zymler, o plenário do TCU aprovou por unanimidade o relatório do ministro José Jorge sobre a compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras. O relatório isentou de responsabilidade o conselho de administração da estatal, à época comandado pela presidente Dilma Rousseff. 

Primeiro a votar depois do relator, Zymler disse ter dificuldades em acatar os valores de prejuízo apontados por José Jorge, que determinou a devolução de US$ 792,3 milhões aos cofres da Petrobras. Em seguida, voltou atrás e votou com o relator, com a ressalva de que o tema voltasse à pauta da corte mais à frente. O relatório determinou a devolução pelos prejuízos causados ao patrimônio da empresa. O tribunal isentou de responsabilidade os membros do Conselho de Administração da empresa, que na época era presidido pela então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, hoje presidente da República.

Os valores deverão ser devolvidos por membros da diretoria executiva da Petrobras, que aprovaram a ata de compra da refinaria, entre eles o ex-presidente da estatal José Sergio Gabrielli, além de Nestor Cerveró, Almir Barbassa, Paulo Roberto Costa, Guilherme Estrella, Renato Duque, Ildo Sauer e Luís Carlos Moreira da Silva. Eles terão prazo de 15 dias para apresentar defesa.

Todos os citados terão os bens indisponíveis por um ano para garantir o ressarcimento dos prejuízos. O processo será convertido em tomada de contas especial, para permitir a apuração dos danos e a responsabilização dos agentes, além do direito ao contraditório e à ampla defesa. Depois dessa etapa, será feito um novo relatório, que pode mudar valores e até os citados no processo.

*Fonte: Valor Econômico

Emurb intensifica serviço de recuperação asfáltica em diversos bairros

Foto: Pedro Leite
Para corrigir os problemas ocasionados pelo desgaste em função dos efeitos do clima, a Prefeitura de Aracaju, por meio da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb) tem trabalhado diariamente na manutenção e recuperação da malha viária da capital. Equipes têm intensificado os trabalhos nos trechos mais danificados e com maior fluxo de veículos.

Na manhã de hoje, 23, equipe da Emurb realizam a manutenção em ruas e avenidas dos bairros Bugio, Farolândia, Santos Dumont, 18 do Forte, Santa Maria, Ponto Novo e Grageru. Diariamente, 15 equipes da Emurb dividem-se por diversos bairros trabalham para garantir a qualidade da malha viária das ruas da capital e contribuir com a fluidez do trânsito.

Aracaju possui uma malha viária envelhecida e ultimamente tem sido ainda mais desgastada pelos efeitos das chuvas e do tempo. Atenta às demandas da população, a Prefeitura de Aracaju tem intensificado o trabalho de recuperação de diversas ruas e avenidas em todos os bairros da cidade.

Atendimento

A Emurb possui canais de comunicação para que a população possa solicitar serviços. Para registrar a solicitação, basta entrar em contato com a Assessoria de Comunicação da empresa, por meio do telefone (79) 3179-1619, pelo endereço eletrônico comunica.emurb@aracaju.se.gov.br, e pelos perfis da Emurb no Twitter (@emurb) e no Facebook (www.facebook.com/Emurb).

*Fonte: PMA

Brasil reduziu em 22% pobreza multidimensional em seis anos

O índice de brasileiros em situação de pobreza multidimensional caiu 22,5% em seis anos, revelou ontem (24) o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). Segundo levantamento do órgão, a parcela da população brasileira com privação de bens caiu de 4% para 3,1%, entre 2006 e 2012. A fatia da população próxima à pobreza multidimensional caiu de 11,2% para 7,4%. A proporção de pessoas em pobreza severa passou de 0,7% para 0,5% na mesma comparação.

Os números constam do Relatório de Desenvolvimento Humano de 2014. Além de publicar oranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 187 países, o documento apresentou o Índice de Pobreza Multidimensional (IPM) para 91 países. Foi divulgada também a comparação do IPM com anos anteriores de 39 deles. Diferentemente do IDH, que estima o grau de desenvolvimento com base na expectativa de vida, na renda e na educação, o IPM usa critérios mais abrangentes para avaliar o padrão de vida de um país. Esse índice leva em conta indicadores de saúde (nutrição e mortalidade infantil), educação (anos de estudo e taxa de matrícula) e a qualidade do domicílio (gás de cozinha, banheiro, água, eletricidade, piso e bens duráveis).

Outra diferença está no uso de dados nacionais. O IDH é construído com estatísticas do Banco Mundial, da Organização Mundial do Trabalho e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O Índice de Pobreza Multidimensional, no caso do Brasil, baseia-se na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo Andréa Bolzon, coordenadora do Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil, o IPM não permite a comparação entre países por causa da falta de padronização dos dados internacionais. “A melhor maneira de comparar o Brasil é com ele mesmo. Os indicadores mostram que há uma evolução significativa na redução da pobreza multidimensional.”

De acordo com ela, o principal objetivo do IPM é retratar a pobreza não apenas em função da renda. Pelos padrões internacionais, a linha de pobreza está fixada em US$ 1,25 por pessoa por dia. “O Índice Multidimensional de Pobreza procura não captar apenas a renda, mas as condições materiais de sobrevivência.” Pelo critério tradicional de medição, o índice de pobreza no Brasil é maior que a pobreza multidimensional. De acordo com o Pnud, 6,14% da população brasileira ganhava menos que US$ 1,25 diários em 2012. No México, ocorre o contrário. A pobreza multidimensional atingia 6% da população, enquanto a pobreza com base na renda mínima afetava apenas 0,72% no mesmo ano. “O IPM, na verdade, reflete o modo de vida e a estrutura de cada sociedade”, esclarece a coordenadora.

*Fonte: Agência Brasil

Hospital Cirurgia x PMA (Coluna Bastidores/Correio de Sergipe)

Desde 2013, a polêmica que envolve o Hospital Cirurgia (HC) e Secretaria Municipal de Saúde (SMS) não tem fim. Nos últimos dias foram contabilizadas 600 cirurgias eletivas não realizadas por conta da greve iniciada pelos médicos terceirizados e anestesistas. Embora a Prefeitura Municipal de Aracaju, junto à SMS, não tenha vínculo com a crise do Hospitalar, a direção do Cirurgia ainda afirma que há uma dívida municipal com o hospital.

No dia 18 de junho, numa reunião entre o Ministério Público, SMS e os diretores do HC, foi comprovada que a suposta dívida de R$ 17 milhões da Prefeitura, na verdade, não existe. O real valor está calculado na dívida de R$ 1,8 milhão, herdada da gestão do ex-prefeito Edvaldo Nogueira, referente aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2012. A Secretaria de Saúde já esclareceu que o pagamento está sendo devidamente efetuado, depois de acordo no MP.

A assessoria de comunicação da Secretaria de Saúde reafirmou também que a nova regra de contrato, onde o funcionário depois de contratado só deve regularizar a situação financeira junto à empresa após 70 dias de contrato assinado, é uma mudança solicitada pelo Ministério da Saúde e não da Secretaria em questão. A situação foi esclarecida nas reuniões e pode ser compreendida que a resolução do problema está além de qualquer atitude que a Prefeitura possa tomar. Claro que os problemas organizacionais do Hospital Cirurgia interferem diretamente na paralisação dos profissionais e nas consequências das mesmas, a PMA junto a SMS ratifica que toda a documentação exigida está sendo providenciada com a transparência necessária. Depois de reuniões exaustivas com os diretores do Hospital e representantes da SMS, ficou evidente que a paralisação tinha o intuito muito mais político do que financeiro de fato.

Após a crise instalada no HC, o que ficou comprovado é que a PMA não tem débito com o Cirurgia e sim, o Hospital é que tem um compromisso financeiro pendente com os profissionais, fato comprovado também pela presidência do Sindicatos dos Médicos (Sindimed) no dia 16 de julho.

Banese em alta

O Banco do Estado de Sergipe (Banese) ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão em captação de recursos no produto poupança. Os depósitos de poupança oriundos de pessoas físicas e jurídicas captados pelo banco registraram o saldo de R$ 1,014 bilhão no último dia 30 de junho. De acordo com o diretor de Finanças e de Relações com Investidores do Banese, Hércules Silva Daltro, parte desses recursos de poupança são direcionados para incentivar o programa de financiamento da casa própria, no âmbito da política pública desenvolvida pelo governo estadual.  Além da poupança, o Banese oferece outros serviços, como aplicações financeiras em CDB, RDB e Letras de Crédito Imobiliário (LCI).

Proredes

Dos R$ 250 milhões previstos no Proredes, mais de 49 milhões serão investidos na estruturação e ampliação das ações de educação em Saúde de Sergipe. O objetivo é qualificar os profissionais de saúde para o aprimoramento das práticas de atenção à saúde e gestão no SUS. Os investimentos contemplam a construção e a adequação dos prédios que irão compor o Centro Formador do SUS de Sergipe, aquisição de mobiliários e equipamentos, além da realização de ações educacionais voltadas para profissionais da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e dos 75 municípios.  Em Sergipe, a Educação em Saúde é realizada pela Fundação Estadual de Saúde (Funesa). Durante o ano passado, a Funesa realizou cerca de sete mil horas de cursos e capacitou mais de 10 mil profissionais em 87 processos educacionais.

Apoio

Centenas de trabalhadores rurais do MST  se reuniram no Assentamento Quissamã em Nossa Senhora do Socorro e reafirmaram o apoio as candidaturas de Rogério Carvalho( PT) ao senado e Jackson Barreto( PMDB) ao governo do Estado. Ambos estiveram lá e foram recebidos com festa pelos militantes do Campo e outros movimentos sociais ali representados, a exemplo do MOTU, etc. Durante o ato, eles entregaram propostas para o plano do governo de Jackson Barreto.

Soltando o verbo

““Nós vamos tomar um novo rumo e vamos concretizar hoje a vontade de todo um grupo e da família Batalha. O meu partido é Armando Batalha, apesar de respeitar o PSB”

Rivanda Batalha, durante entrevista coletiva declarando apoio a Amorim

Reflexão

“Tenha coragem de seguir o que o seu coração e sua intuição dizem. Eles já sabem o que você realmente deseja. Todo o resto é secundário!”

Steve Jobs

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Conferência Estadual dos Advogados acontece em agosto

Faltando pouco mais de um mês para a Conferência Estadual dos Advogados, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Sergipe está a todo vapor nos preparativos e na divulgação do evento, que acontece no Teatro Tobias Barretos, nos dias 27, 28 e 29 de agosto. Esse ano, a Conferência traz o tema “A virtualização do processo judicial e as novas tendências da advocacia”.

Segundo o presidente da Escola Superior de Advocacia (ESA), Márcio Conrado, a organização está bem adiantada e a expectativa é que essa edição tenha grande êxito, assim como a anterior. “Nós estamos com o eixo central voltado para a discussão da virtualização de processos, mas estamos trazendo também outros temas atuais para advocacia. Nós já temos a grade de palestrantes praticamente encerrada, com professores de fora do estado e também fazendo uma mesclagem com professores e advogados conhecidos do mercado jurídico sergipano”.

Autoridades como o Ministro Cláudio Brandão, especialista no PJe; Cláudio Lamac, vice-presidente da OAB Nacional e a especialista em gestão de escritórios, Lara Sélem; são alguns dos nomes que integram o quadro de palestras. Mas a Conferência também contará com nomes conhecidos do meio jurídico de Sergipe; o Conselheiro Federal da OAB/SE, Evânio Moura; Karyna Sposato e Andrea Depieri, ambas especializadas em Direitos Humanos e Direito Penal; também ministrarão importantes palestras.
O presidente da Seccional Sergipe, Carlos Augusto Monteiro, falou das expectativas para essa nova edição do evento e dos temas que serão abordados. “A Conferência, regimentalmente, realizada a cada três anos, é considerada o ponto alto das gestões da Ordem dos Advogados do Brasil. Todas as seccionais se organizam para executar esse projeto, a exemplo da Conferência Nacional dos Advogados, quer acontecerá no Rio de Janeiro. Assim como aconteceu no ano de 2011, esperamos que esse encontro seja coroado com o mesmo êxito da edição passada. Nesse período, como o Direito é extremamente dinâmico, novos temas são ainda mais destacados e, exatamente por conta desse aninhamento, esse ano é trabalhado o tema do Processo Eletrônico, que é a nova ferramenta que o profissional do Direito deve se integrar.”

As inscrições estão abertas até o dia 27 de agosto, mas o presidente da ESA ressalta a importância de não deixar isso para a última hora. “Pretendemos concluir as inscrições com até 24 horas de antecedência do dia do evento, para que o credenciamento possa ser feito sem maiores problemas. Esperamos que seja um sucesso, até porque estamos fazendo uma divulgação maciça em todas as universidades, junto aos advogados também, as comissões da OAB/SE estão empenhadas também nesse processo de difusão do evento, para que possamos trazer o maior número possível de pessoas”, afirmou Márcio Conrado.

A OAB/SE espera que a Conferência Estadual dos Advogados de 2014 ocorra da melhor forma possível e que sirva, como nas outras edições, para o aperfeiçoamento de advogados, estudantes e demais pessoas da área do Direito. “Estamos extremamente confiantes e com uma expectativa muito grande que a comunidade jurídica se integre a esse projeto e que os estudantes de Direito, que sempre se inscrevem maciçamente, também compreendam a necessidade da ampliação do conhecimento e que os profissionais busquem o aperfeiçoamento”, disse Carlos Augusto Monteiro, presidente da Seccional.

*Fonte: Ascom/OAB

PMA gasta R$ 30 mil por mês com reparos em locais depredados

Foto: Ana Lícia Menezes
A conservação das praças recentemente reformadas pela Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA), a exemplo da Tobias Barreto, é tarefa de todos. Apesar dos esforços da PMA, é impossível agir sozinho. Guardas municipais e vistorias periódicas garantem a segurança e manutenção das praças, mas é necessário conscientização da população. "As pessoas precisam ser conscientes para haver uma melhor conservação da praça. As coisas quebradas são ruins para nós porque quanto mais a gente conserva, mais poderemos usufruir. Isso aqui é um bem comum e é bom para as pessoas que moram aqui e também para quem vem visitar. É uma praça espetacular, muito bonita", opinou Joelita Santos, autônoma.

Só de recuperação de equipamentos urbanos danificados a Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb) gasta por volta de 30 mil reais por mês. "Muita gente, os próprios moradores, bagunçam aqui tudo, sujam, quebram. Como eu trabalho aqui perto eu vejo a Guarda Municipal aqui todos os dias, dia de domingo, feriado, não tem dia certo. Cabeça de gente não é brincadeira, as pessoas não têm consciência nenhuma, o próprio dinheiro da gente, eles mesmos quebram", contou William Santos, porteiro.

Dois guardas municipais fazem ronda diariamente na praça Tobias Barreto, das 13h à meia noite, e aproveitam para instruir a população com relação ao uso correto dos equipamentos urbanos presentes na praça, como os brinquedos do parquinho e os aparelhos de ginástica. "Quando estamos presentes, observamos os brinquedos com tolerância de idade e se alguma pessoa acima do limite usando, nós pedimos para não utilizar. No início da tarde, por exemplo, há muitos estudantes que utilizam os aparelhos de ginástica, então ficamos observando", explicou o GM Dória.

O GM aproveitou para enfatizar que qualquer pessoa que observar algum comportamento suspeito pode se dirigir ao posto da Guarda Municipal presente na praça. Além disso, também podem entrar em contato através do número 153.

*Fonte: PMA

Jovens respondem por apenas 2% das candidaturas no Brasil

Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que somente 2% dos candidatos à eleição de 2014 são considerados jovens. Ao todo, de 24.899 candidaturas registradas no TSE, apenas 502 são de pessoas com menos de 25 anos. Pela classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é considerada jovem qualquer pessoa com menos de 25 anos.

Pelos números do TSE, 148 pessoas com menos de 25 anos são candidatas ao cargo de deputado federal, outras 345 candidatas a deputado estadual e outras nove a deputado distrital (cargo existente apenas no Distrito Federal). Destes 502 jovens, apenas 23 pessoas que se candidataram a cargos eletivos nas eleições de 2014 tem menos de 20 anos. A candidata mais jovem do Brasil tem 16 anos e mora no Rio de Janeiro.

Ao contrário de outras faixas etárias, as mulheres são maioria dos candidatos com menos de 25 anos. Dos 502 jovens candidatos, 310 são do sexo feminino - 61% das candidaturas. Apesar do número relativamente pequeno de jovens candidatos em comparação com as eleições de 2010, o número de pessoas com menos de 25 anos que tentam cargos eletivos cresceu em torno de 55%. Naquele ano, apenas 323 pessoas com menos de 25 anos haviam se candidatado.

Desde a gestão do ex-presidente do TSE, o ministro Marco Aurélio Mello, existia uma preocupação da Corte Eleitoral em aumentar a participação do jovem na política brasileira. Esse ano, por exemplo, o TSE lançou campanhas educativas, inclusive na internet, com o lema #vempraurna para tentar estimular a participação política do jovem no processo político brasileiro.

De acordo com o cientista político da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marco Antônio Teixeira, existem dois fatores que inibem a participação do jovem no Brasil: a descrença na política partidária aliada à resistência que os caciques das grandes legendas tem em arregimentar novas lideranças. “Os protestos do ano passado mostraram que o jovem está insatisfeito com o sistema político do jeito que está”, afirmou Teixeira. “Uma possível solução para isso seria uma reforma política. Mas sendo uma reforma política que torne os partidos mais democráticos e acessíveis”, aponta o professor.

*Fonte: Último Segundo

Ibope: Dilma tem 38% das intenções de voto; Aécio, 22% e Campos, 8%

Pesquisa do Ibope, encomendada pela Rede Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo, mostra a candidata Dilma Rousseff (PT) com 38% das intenções de voto. Em seguida, aparecem o candidato Aécio Neves (PSDB), com 22%; e Eduardo Campos (PSB), com 8%.

O nível de confiança da pesquisa é 95%, com margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O candidato Pastor Everaldo (PSC) aparece com 3%. Eduardo Jorge (PV), Zé Maria (PSTU), Luciana Genro (PSOL) tiveram 1%, cada um. Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Mauro Iasi (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) têm juntos 1%. Votos brancos e nulos somam 16% e não responderam ou não sabem, 9%.

O Ibope também fez simulações de segundo turno. Na possível disputa entre Dilma Rousseff e Aécio Neves, a candidata petista aparece com 41% das intenções de voto e o tucano aparece com 33%. Brancos e nulos somam 18%. Não souberam ou não responderam, 8%. Na simulação entre Dilma e Eduardo Campos, a candidata do PT aparece com 41% das intenções de voto e Campos com 29%. Brancos e nulos, 20%. Não souberam ou não responderam, 10%.

O instituto também divulgou avaliação do governo. Os que avaliaram o governo como ótimo ou bom somaram 31% em julho; o mesmo percentual em junho; eram 35%, em maio; e 34%, em abril. Aqueles que avaliaram como regular somaram 36% em julho, 33% em junho, o mesmo percentual em maio e 30% em abril. Aqueles que avaliaram como ruim ou péssimo foram 33% em julho, junho e maio e eram 30% em abril.

Não souberam ou não responderam 1% em julho e junho e 2% em maio e abril. O instituto ouviu 2.002 pessoas entre sexta-feira (18) e ontem (22). A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-00235/2014.

*Fonte: Agência Brasil

Cheques trocados em Sergipe registram queda de 0,5%

Em junho desse ano, o valor de cheques trocados em Sergipe registraram uma queda de 0,5% comparado ao mesmo período de  2013.
O valor acumulado dos cheques trocados superou R$ 1 bilhão no primeiro semestre de 2014, porém este valor também apresentou recuo em relação ao mesmo período de 2013 (-7,6%).
Os cheques devolvidos, em junho, atingiu R$ 50,9 milhões, sendo 6,6% inferior ao valor apresentado no último mês de maio. Comparando o primeiro semestre de 2014 com o mesmo período de 2013, o valor dos cheques devolvidos foi apenas 0,2% inferior.
Os cheques sem fundos, que representaram em junho cerca de 90% do valor total de cheques devolvidos, totalizaram R$ 46,4 milhões, volume 5,5% inferior ao valor registrado em junho de 2013. Em relação ao mês anterior (maio/2014), o valor de cheques sem fundos foi recuou 7,4%.
As informações são do Boletim Sergipe Econômico em parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE).
*Fonte: G1 SE

Arrecadação de impostos federais chega a R$ 91,3 bilhões em junho

A arrecadação de impostos e contribuições federais chegou a R$ 91,387 bilhões no mês de junho, em termos nominais. O valor representa alta de 0,13% em comparação ao mesmo período do ano passado, já corrigida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Os números foram divulgados hoje (23) em Brasília.
Nos primeiros seis meses do ano, a arrecadação ficou em R$ 578,594 bilhões – crescimento real de 0,28% em relação ao mesmo período de 2013. Segundo a Receita Federal, esse aumento não foi maior devido à arrecadação extraordinária, em maio de 2013, do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e do PIS/Cofins, que chegou a R$ 4 bilhões – o que não ocorreu este ano. Essa arrecadação extra é resultado de depósito judicial e venda de participação societária.
Pesaram ainda no resultado as reduções de impostos para estimular o setor produtivo diante da crise iniciada em 2008. Entre as iniciativas estão a desoneração da folha de pagamento, da cesta básica e redução no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na base de cálculo de PIS/Cofins-Importação.
Houve ainda queda na produção industrial e também do valor em dólar das exportações. Por outro lado, registrou-se a melhora nas vendas de bens e serviços e na massa salarial.

*Fonte: Agência Brasil

Dos 513 deputados federais, 398 concorrem à reeleição

Dos 513 deputados federais, 398 (77,58% da composição da Câmara dos Deputados), concorrem à reeleição. Os restantes 115, 38 (7,41%) não disputam nenhum cargo, enquanto 77 (15%) concorrem a outros cargos, de acordo com levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar.

Dos 77 que disputam outros cargos, 21 buscam uma vaga de vice-governador, 21 concorrem ao Senado, 19 preferem ser deputado estadual, dez pretendem ser governador e seis desejam ser suplente de senador.

O Diap estima que a renovação da Câmara em 2014 ultrapasse a média histórica e supere os 50% da composição da Casa.

Em relação ao Senado, dos 27 que estão em final de mandato, dez (37,04%) tentarão a reeleição. Dos 17 restantes, 12 (44,44%) não concorrem a nada, dois disputam uma vaga de deputado federal, um tenta ser suplente de senador, um busca ser deputado estadual e um tenta ser vice-governador.

*Fonte: Portal Ig

Lucro da Apple soma US$ 7,75 bi no trimestre fiscal, alta de 12,3%

A americana Apple obteve lucro líquido de US$ 7,75 bilhões no terceiro trimestre fiscal, encerrado em 29 de junho. Em relação aos US$ 6,9 bilhões registrados um ano antes, houve avanço de 12,3%. O lucro por ação de US$ 1,28 superou a média de estimativas de 20 analistas consultados pela Zacks Investment Research, que projetava ganho de US$ 1,22 por papel. As vendas, entretanto, ficaram abaixo do esperado e as vendas de iPhones decepcionaram. 

A receita líquida somou US$ 37,43 bilhões no trimestre, com alta de 6% sobre um ano antes. Analistas consultados pela FactSet projetavam faturamento de US$ 38 bilhões. As ações da Apple recuavam 0,6% no pós-mercado da bolsa americana de empresas de tecnologia Nasdaq há pouco, cotadas a US$ 94,17. 

As vendas de iPhones subiram 13% nos três meses até junho, para 35,2 milhões de unidades. O número ficou levemente abaixo da projeção de 35,9 milhões de unidades estimada pelo consenso de mercado. A Apple deve lançar dois novos iPhones neste ano, buscando amenizar a perda de participação no mercado de smartphones.

A Apple vendeu 13,3 milhões de iPads no trimestre, com queda de 9,2% na comparação anual, em seu segundo recuo trimestral consecutivo. A comercialização dos computadores pessoais Mac subiu 17,6%, para 4,4 milhões de unidades. Para o quarto trimestre fiscal, a empresa projeta receita de US$ 37 bilhões a US$ 40 bilhões, abaixo dos US$ 40,44 bilhões esperados por analistas.

*Fonte: Valor Econômico

Prefeitura recupera calçada do Terminal o D.I.A.

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), realizou neste início de semana a recuperação da calçada do Terminal de integração do D.I.A. As equipes aumentaram a área e altura da calçada que antes era estreita e confundia-se com o asfalto. Esta ação da PMA beneficia, principalmente, os usuários do transporte público e o fluxo de veículos no local.

Em decorrência da falta de investimentos da gestão passada, a calçada do terminal encontrava-se deteriorada e oferecia riscos e incômodos aos transeuntes que precisavam acessar o local. Com a reestruturação feita pela atual administração, todos esses problemas foram solucionados, além de melhorar a aparência do DIA.

Esse tipo de serviço, assim como o programa Rodando no Macio tem feito parte do cronograma diário da Diretoria de Operações da Emurb. De segunda a sábado as equipes de pavimentação asfáltica e tapa-buraco são distribuídas por toda capital trabalhando para melhorar a malha viária das nossas ruas e avenidas, uma das grandes prioridades da Prefeitura. 

*Fonte: PMA

Ensino superior: instituições podem aderir à Campanha da Responsabilidade Social

A Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior Particular (Abmes) abriu inscrições para a décima edição da Campanha da Responsabilidade Social. As entidades educacionais podem se cadastrar até o dia 12 de setembro no, site da campanha, para oferecer uma série de atividades gratuitas para a população, nas áreas de educação, saúde, cultura, meio ambiente. O evento ocorre de 15 a 20 de setembro.

Podem participar da campanha todas as instituições de ensino superior, associadas ou não à Abmes, inclusive públicas, além de unidades do Sistema S. A adesão é gratuita. De acordo com a Abmes, cada instituição tem autonomia para formular a programação, elaborar as atividades e definir o local do evento.

No ano passado, cerca de 160 mil professores, alunos e técnicos de aproximadamente 620 instituições de ensino superior se reuniram nas atividades, que ocorreram em apenas um dia. No total, foram mais de 640 mil atendimentos. Este ano, com duração maior, a expectativa da Abmes é ultrapassar 1 milhão de atendimentos.

Para o assessor do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular Sólon Caldas, a semana reúne as instituições "com o objetivo maior de entrosar a escola com a comunidade". "A escola presta um serviço muito relevante para a sociedade, com ações sociais, e outras ações que, no dia a dia, muitos não teriam condições de arcar." Todas as atividades serão divulgadas no site da campanha. Ao participar, a instituição ganha o selo Instituição Socialmente Responsável, que certifica o envolvimento do estabelecimento com a comunidade e comprova que a instituição cumpre o compromisso social.

A campanha foi criada após a sanção da Lei 10.861/2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Pela norma, contará na avaliação das instituições de educação superior, feita pelo Ministério da Educação, a contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento socioeconômico, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural. Caso sejam mal avaliadas, as instituições não podem funcionar.

*Fonte: Agência Brasil