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Cotidiano

Moradores pedem socorro após fechamento de clínica na Zona Oeste de Aracaju

O prédio que está em pleno estado de deterioração voltou a ser ocupado, mas desta vez por usuários de drogas e criminosos

Por Redação Sergipe Notícias Publicado em 07/05/2026 às 08:22
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Moradores pedem socorro após fechamento de clínica na Zona Oeste de Aracaju

Uma clínica psiquiátrica que funcionava no Bairro Siqueira Campos foi desativada em 2012, desde então, moradores que residem na redondeza enfrentam problemas e já não sabem mais a quem apelar. O local já foi ocupado por mais de 100 famílias sem teto que viviam nas instalações em situação degradante. Essas famílias foram retiradas e o prédio foi interditado em 2019.

Em 2026, o problema continua. O prédio que está em pleno estado de deterioração voltou a ser ocupado, mas desta vez por usuários de drogas e criminosos. Moradores da Rua Paraíba, já no Bairro Novo Paraíso, já não sentam à porta em qualquer horário e até evitam sair de casa, com medo dos constantes furtos e arrombamentos.

Quem mora na localidade conta que todas as noites a rua é tomada por usuários e o local se assemelha à “Cracolândia”, espaço que concentrava diversos dependentes químicos em São Paulo. Casas já foram danificadas, tiveram portões levados e pessoas já foram assaltadas.

De acordo com o relato de uma moradora, que preferiu não se identificar, este ano um idoso que passava pelo local foi abordado, assaltado e agredido. Os criminosos o deixaram sem roupa e levaram todos os seus pertences. Além dos problemas com a falta de segurança, os moradores reclamam da sujeira e do descarte irregular de materiais de construção e até animais mortos.

Um grupo de moradores, já pediu ajuda aos vereadores, já entrou em contato, por diversas vezes, com a prefeitura, que eventualmente realiza a limpeza parcial do terreno, mas o que eles cobram é uma solução definitiva. Querem que os proprietários sejam notificados e que o prédio seja demolido e a área murada, para evitar novas invasões.

Em janeiro deste ano, eles levaram à situação ao Ministério Público Estadual (MPE), mas até agora nenhum avanço. Enquanto isso, eles dormem e acordam de frente para o problema.

 

Fonte: F5News

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