A Petrobras ainda não fechou a contratação da primeira plataforma para atender ao Projeto Sergipe Águas Profundas (SEAP), empreendimento que terá capacidade para produzir 120 mil barris por dia (bpd) de petróleo e até 12 milhões de m3 de gás por dia. Em seguida, a estatal pretende licitar o gasoduto para atender ao SEAP e que tem previsão para começar a operar em 2030.
Entrevistada pela Agência Reuters, a diretora-executiva de Engenharia, Tecnologia e Inovação, Renata Baruzzi, disse que a expectativa é assinar os contratos com a SBM Offshore em abril: “Continuamos negociando, ainda não fechamos… A gente apresentou a nossa contraproposta e eles vão estudar”, revelou.
A Petrobras aprovou a proposta apresentada pela empresa holandesa SBM Offshore em novembro passado. A licitação visou a contratação dos navios-plataformas (FPSOs) para o Projeto Sergipe Águas Profundas (SEAP II e SEAP I). A modalidade de contratação será do tipo Build, Operate and Transfer (BOT), no qual a contratada é responsável pelo projeto, construção, montagem e operação do ativo por um período inicial definido em contrato. Posteriormente a operação será transferida para a Petrobrás.
O Projeto Sergipe Águas Profundas tem potencial para colocar Sergipe em um novo patamar de arrecadação e produção energética. Cerca de US$ 5 bilhões (aproximadamente R$ 25 bilhões) devem ser investidos no projeto, podendo gerar um impacto no PIB estadual de até R$ 37,8 bilhões ao longo do ciclo do projeto.
Fonte: Destaque Notícias




