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Rua Gastronômica começa a ganhar cobertura de crochê para a 41ª edição do Fasc

A Rua Gastronômica de São Cristóvão já começou a ganhar um novo visual com a instalação da manta de crochê produzida por mais de 80 crocheteiras de diferentes cidades sergipanas. A intervenção integra a programação da 41ª edição do Festival de Artes de São Cristóvão (Fasc), que acontece de 20 a 22 de novembro, e deverá cobrir aproximadamente 600 metros quadrados da rua. A previsão é que a instalação seja concluída uma semana antes do festival.

Por Redação Sergipe Notícias • Publicado em 29/10/2026 às 17:30 •
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Rua Gastronômica começa a ganhar cobertura de crochê para a 41ª edição do Fasc

 

A Rua Gastronômica de São Cristóvão já começou a ganhar um novo visual com a instalação da manta de crochê produzida por mais de 80 crocheteiras de diferentes cidades sergipanas. A intervenção integra a programação da 41ª edição do Festival de Artes de São Cristóvão (Fasc), que acontece de 20 a 22 de novembro, e deverá cobrir aproximadamente 600 metros quadrados da rua. A previsão é que a instalação seja concluída uma semana antes do festival.

A produção da manta começou no último dia 27 de setembro, durante a primeira maratona de crochê, que reuniu participantes de diferentes faixas etárias e municípios, entre eles São Cristóvão, Aracaju e Laranjeiras. Os encontros de produção continuam nos finais de semana, na Praça São Francisco, e novos voluntários podem se juntar à iniciativa.
Realizada pela Prefeitura de São Cristóvão, por meio da Fundação Municipal do Patrimônio e da Cultura (Fumpac), a ação conta com a parceria da Casa de Costura Dona Zil, da Sala dos Saberes e Fazeres e do Clube de Crochê Fios de Caju. A proposta integra o artesanato à identidade visual do Fasc, cujo tema deste ano é “Tradição que move o presente”, aproximando uma prática tradicional de uma intervenção artística em espaço público.

Segundo a presidenta da Fumpac, Paola Santana, a iniciativa também busca valorizar o artesanato local, fortalecendo a identidade cultural da cidade. “A ideia é valorizar o crochê, que faz parte da nossa tradição artesanal, e integrar esse trabalho à programação do Fasc. A produção da manta reúne crocheteiras de diferentes cidades e envolve nossos equipamentos culturais em uma ação coletiva. Depois do festival, a manta continuará na Rua Gastronômica durante o mês de dezembro, acompanhando a programação especial de fim de ano”, destacou Paola.

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